Como funciona o Mercado
Cada item do Mercado tem preço diretamente em Ouro (◉) — não há segunda moeda, nem fichas para acumular. Ao finalizar, cada item dá-te uma escolha:- Comprar para a tua casa — o direito fica na tua própria casa.
- Oferecer a outra casa — o mesmo direito, concedido a um amigo, a um companheiro de corte, ou a um rival digno.
O que o Ouro compra
Adornos e heráldica
O grande destino do Ouro — brasões, librés, bandeiras, lemas e títulos.
Comodidade
Limites de nomeação, um atalho de renomeação, e a Carta de Fundação.
Mandados de reconhecimento
Comissões que enviam batedores por terreno distante.
Mercenários
Companhias contratadas — o único Ouro que toca num combate.
Adornos e heráldica (o grande destino)
A maior parte do teu Ouro, ao longo de uma vida longa no reino, vai para aqui — para o modo como a tua casa aparece no mapa, nos despachos do Arauto e em todas as classificações. Nada disto muda um único quilómetro de terreno; é tudo orgulho. O teu brasão começa generoso: cada casa recebe gratuitamente um conjunto completo de escudos, peças icónicas e os verdadeiros esmaltes heráldicos (vê Heráldica). O Mercado vende por cima Aumentações premium — cada uma um desbloqueio permanente para a tua casa, pré-visualizada no teu próprio brasão antes de comprares:- Uma paleta mais rica — uma segunda e terceira cor, amostras mais finas, e hexadecimal livre.
- Campos e barras — as peças honrosas e partições clássicas do escudo.
- Uma coleção de peças — figuras mais raras e bestas figurativas para o escudo.
- Tratamentos de brasão — um debrum dourado, uma damasquinagem, um brilho brunido aplicado sobre as armas.
- Librés — padrões de preenchimento (xadrezado, faixado, chevronado e mais) sobrepostos às tuas posses no mapa.
- Bandeiras e estandartes — um pequeno estandarte hasteado sobre a tua terra e as tuas muralhas.
- Brasões de corte — bestas heráldicas reservadas às cortes, distintas das peças pessoais.
- Lemas — uma fita sob as tuas armas, escolhida de um conjunto de divisas clássicas.
- Molduras, contornos e acabamentos — floreados no teu cartão de casa, no contorno das tuas posses, no teu Tesouro e no fluxo do Arauto.
Por serem cosméticos, podem ser oferecidos — um mecenas pode conceder a um companheiro de corte uma Aumentação de brasão, ou enviar a um rival uma libré a contragosto. Um adorno oferecido é sempre um direito, nunca Ouro.
Títulos de vaidade e formas de tratamento
O Mercado vende também formas de tratamento — um epíteto comprado que aparece após o nome da tua casa, “Casa Ashford, a Ousada.” São deliberadamente uma classe separada dos títulos de posto que ganhas na estrada: aparecem num estilo mais discreto e distinto, e nunca ocupam o lugar de um selo de posto conquistado. Comprar “a Ousada” nunca toca no teu verdadeiro posto — esse ganha-se com esforço físico, e só o esforço o ganha.Comodidade
Qualidade de vida, não poder. Um punhado de gastos no Mercado suaviza atritos:- Renomear a casa. Dar nome à tua casa é gratuito enquanto a tua identidade estiver privada — podes editá-lo livremente até à tua primeira reivindicação de território, ou durante uma curta janela de graça após a nomeação, o que vier primeiro. Assim que o teu nome estiver público no mapa, uma nova renomeação custa Ouro (com uma breve janela para corrigir gralhas). Uma renomeação paga não reabre a graça gratuita.
- Renomear território — “renomear já”. Renomear uma posse tem um tempo de espera. Se não puderes esperar, o Mercado vende um atalho pontual para renomeares de imediato.
- Carta de Fundação. Fundar a tua própria corte custa uma Carta, comprada aqui com Ouro. A Carta acresce por cima da exigência de posto de Liberto — o Ouro nunca contorna o posto, precisas de ambos. Como é oferecível, um mecenas pode financiar a corte de um aliado.
As barreiras de nomeação existem por uma razão que vai além da comodidade: bloquear um nome assim que ele fica publicamente visível fecha a brecha do nome ofensivo num mapa partilhado. O custo em Ouro é o dissuasor, não o objetivo.
Mandados de reconhecimento
Os Mandados de Reconhecimento são as comissões que gastas para enviar batedores por terreno distante — revelando prosperidade e tesouro oculto antes de marchares. Ganhas a maior parte dos teus mandados mantendo-te ativo, mas o Mercado vende um pequeno reabastecimento limitado por semana, para que uma semana fraca não te deixe o alforge vazio. Esse limite é deliberado: mandados comprados podem suavizar um período magro, mas nunca podem ultrapassar o que um jogador ativo ganha na estrada. E um tesouro revelado continua a ter de ser alcançado e mantido pela marcha — um mandado compra informação, nunca o prémio.Reconhecimento e Espólio
Como funcionam os mandados, os Relatórios de Reconhecimento e o tesouro — e quanto custa um mandado.
Mercenários (aço contratado)
Os mercenários são a única coisa no Mercado que toca numa batalha — e o desenho apoia-se com força em mantê-los uma aposta, nunca um atalho. Uma companhia contratada apenas aumenta uma marcha real que corras tu próprio; nunca luta sozinha, e o esforço continua sempre a ser a verdadeira fonte de poder. Três limites estruturais seguram a linha:- Regressivo por desenho. O efeito de um mercenário escala inversamente com a terra que já detém — um mais fraco leva um murro a sério, um colosso quase nada obtém. Músculo comprado com Ouro ajuda os pequenos, não os poderosos.
- Sempre limitado abaixo do aço ganho. Uma guarnição contratada é estritamente mais fraca do que a tua Muralha ganha mais fraca, e qualquer corrida defensiva genuína restaura mais. O esforço real vence sempre o músculo comprado.
- A Marca do Mercenário. Contratar seja quem for ergue uma bandeira visível sobre a tua casa e um anúncio do Arauto a dizer que tomaste aço estrangeiro — e enquanto ela voar, os rivais que te atacarem saqueiam um prémio mais rico. Usar poder comprado pinta um alvo.
Mercenários, por inteiro
Como a contratação, a manutenção, a Marca e os limites se desenrolam num cerco — com custos.
Adornos exclusivos para subscritores
Os membros veem no Mercado uma prateleira extra e rotativa de adornos exclusivos para subscritores. Continuam a ser cosméticos, e continuam a comprar-se com Ouro ganho — uma subscrição desbloqueia o acesso ao conjunto rotativo, nunca vende os itens por dinheiro nem vende poder.A linha clara
O Ashenmarch traça uma linha e nunca a atravessa:- Dinheiro real é só subscrição. A única compra com dinheiro real no reino é a tua subscrição. Não há adorno avulso pago em dinheiro, e não há forma de comprar Ouro.
- O Ouro só se ganha. Cada moeda nos teus cofres veio do tributo pago pelas tuas posses — vê o Tesouro para saberes como se ganha.
- Nada é pay-to-win. A loja são adornos e comodidade. O único destino de poder — mercenários — é regressivo, limitado abaixo do aço ganho, e pinta um alvo em ti. Força comprada nunca pode superar força ganha na estrada.
É este o ponto todo: o recorde pessoal de um principiante e o de um atleta de elite continuam a contar igual, e nenhuma quantidade de Ouro — quanto mais de dinheiro — muda quem domina o mapa. Isso decide-se a pé.